Procuro por inspiração em uma casa escura e uma mente barulhenta. Eu me encontro com aquela velha amada viciante por mais um dia constante. Eu vejo o meu eu no espelho, e o breu da minha alma sangra por justiça. Eu me vejo em lugar nenhum da minha própria mente, mas as vozes não me deixam dormir. Não sei se estou vivendo ou apenas existindo em lugar nenhum e não encontro outra saída a não ser a eterna. Será que eu estou louca? Será que eu estou louca? Qual será o limite que a minha mente pode suportar? Quanto tempo me resta para pensar se valerá a pena sair ou não pela saída de emergência? Minha mente grita por justiça. Minha mente chora por excesso. Minha mente clama por esperança, de que um dia eu possa me iluminar com a luz do conhecimento e possa entender o significado da vida, e assim poder descansar em paz no tempo certo e sem peso na consciência.